Para quem ainda não experimentou...
uma amostra do conteúdo excepcional encontrado no site do Consultor Paulo Reganin, meu grande amigo!
Se você fizer o que gosta não vai precisar trabalhar!
Ninguém se compromete verdadeiramente com nada que, de algum modo, não lhe pertença.
A chave da realização está nos afetos. Muitos empreendedores subestimam o poder do afeto nas relações de trabalho e por isso orientam mal os investimentos em Gestão de Pessoas. O afeto é como um reator nuclear, extremamente poderoso. Apenas para se ter uma vaga idéia, imagine um projeto que libere todo o seu precioso e inestimável potencial. Uma missão que faça vir à tona o seu melhor, talvez o melhor que você mesmo não conheça a seu respeito… Um projeto com o qual tudo em você se identifique e se sinta estimulado a superar expectativas e ir além. Um conteúdo e um conjunto de valores capazes de catalizar suas mais expressivas habilidades e competências. Uma missão para a qual você seja convidado a dar o melhor de si e a pintar sua obra prima…
Uma tal experiência faz emergir um envolvimento afetivo tremendo, praticamente sem limites! Quanto mais envolvida estiver uma pessoa — seja por causa de um relacionamento amoroso, uma bela amizade ou um afeto filial, seja por causa de uma Missão ou um grande projeto profissional —, enfim, quanto mais conectada emocionalmente estiver uma pessoa, mais ela devotará suas emoções e energias ao objeto de sua afeição… E quanto mais determinado afeto tornar-se o seu centro interno, mais a pessoa vai empenhar sua própria liberdade e por-se em movimento em direção à realização das solicitações de seu coração.
Experiências profissionais tão provocadoras disparam nas pessoas o desejo de investir o próprio tempo livre — não como uma tarefa imposta —, mas como uma solicitação do próprio coração. O afeto estabelece uma relação de responsabilidade de modo que a pessoa assume os projetos, missões ou tarefas com as quais se identifica especialmente, torna-os ”um problema seu”, chegando a fazer sacrifícios, construir liturgias e assumir riscos por sua causa. Em muitos casos, o comprometimento amadurece e se eleva à uma decisão que se torna parte de toda a vida.
Envolvidas e comprometidas, as pessoas se dedicam. E a dedicação se expressa por meio da doação de si ao trabalhar, no qual o homem realiza a sua própria natureza e investe a maior parte do tempo de sua vida. Esse investimento afetivo da vida no trabalho é a dedicação e torna possível a legítima experiência do orgulho de se sentir protagonista de uma história e, sobretudo, o orgulho de se sentir gerador de novas realidades; criador de novas criaturas: o atendimento impecável a um cliente exigente, a descoberta científica em um laboratório, a construção de uma nova melodia ou uma peça jurídica incontrovertível… Não fosse a estranha capacidade de afetar-se e sentir-se co-criador do universo, o homem veria a si mesmo como um escravo condenado a trabalhar por suas necessidades.
Segundo Rafael Aguayo, “uma pessoa comprometida com a Organização recolherá um prego caído no chão do estacionamento, mesmo que isso não seja responsabilidade sua”. As regras “puxam” ou “empurram” a partir de fora, forjando as pessoas com ordem e disciplina (e sim, isso é muito bom!), porém o afeto tem uma força imensuravelmente maior. Uma pessoa apaixonada move livremente todas as suas decisões na direção de seu afeto, de modo que pensamentos, desejos, razões e trabalho convergem para a realização das metas que são objeto de seu desejo. Assim, enquanto a coerção de poderes, esquemas e processos, remuneração estratégica e modelos organizacionais pretendem disciplinar e comprometer as pessoas, a identificação afetiva impulsiona o homem a partir de dentro, movendo-o por meio do próprio coração…
Não por acaso, os itens “clima de confiança”, “ambiente favorável ao desenvolvimento profissional” e “orgulho de pertencer” superam o item “remuneração” em praticamente todas as pesquisas sobre o que os profissionais mais valorizam nas Organizações… Portanto, profissionais que mais e melhor realizam a si mesmos, são profissionais em geral afetivamente mais maduros e conectados às Organizações onde atuam, identificados com seus Valores e possuídos por uma relação de orgulho e pertença valiosíssimos.
Então é possível, afinal, construir deliberadamente relações afetivas tão positivas e criar ambientes afetivamente tão estimulantes? Minha resposta é “sim”. Com toda certeza.
Aos doutores
Caio Marcelo Vaz de Almeida Jr,
Rodrigo de Assumpção Araújo Azevedo e
Sílvio Eduardo Marinelli.
Reganin MAGIS
A chave da realização está nos afetos. Muitos empreendedores subestimam o poder do afeto nas relações de trabalho e por isso orientam mal os investimentos em Gestão de Pessoas. O afeto é como um reator nuclear, extremamente poderoso. Apenas para se ter uma vaga idéia, imagine um projeto que libere todo o seu precioso e inestimável potencial. Uma missão que faça vir à tona o seu melhor, talvez o melhor que você mesmo não conheça a seu respeito… Um projeto com o qual tudo em você se identifique e se sinta estimulado a superar expectativas e ir além. Um conteúdo e um conjunto de valores capazes de catalizar suas mais expressivas habilidades e competências. Uma missão para a qual você seja convidado a dar o melhor de si e a pintar sua obra prima…
Uma tal experiência faz emergir um envolvimento afetivo tremendo, praticamente sem limites! Quanto mais envolvida estiver uma pessoa — seja por causa de um relacionamento amoroso, uma bela amizade ou um afeto filial, seja por causa de uma Missão ou um grande projeto profissional —, enfim, quanto mais conectada emocionalmente estiver uma pessoa, mais ela devotará suas emoções e energias ao objeto de sua afeição… E quanto mais determinado afeto tornar-se o seu centro interno, mais a pessoa vai empenhar sua própria liberdade e por-se em movimento em direção à realização das solicitações de seu coração.
Experiências profissionais tão provocadoras disparam nas pessoas o desejo de investir o próprio tempo livre — não como uma tarefa imposta —, mas como uma solicitação do próprio coração. O afeto estabelece uma relação de responsabilidade de modo que a pessoa assume os projetos, missões ou tarefas com as quais se identifica especialmente, torna-os ”um problema seu”, chegando a fazer sacrifícios, construir liturgias e assumir riscos por sua causa. Em muitos casos, o comprometimento amadurece e se eleva à uma decisão que se torna parte de toda a vida.
Envolvidas e comprometidas, as pessoas se dedicam. E a dedicação se expressa por meio da doação de si ao trabalhar, no qual o homem realiza a sua própria natureza e investe a maior parte do tempo de sua vida. Esse investimento afetivo da vida no trabalho é a dedicação e torna possível a legítima experiência do orgulho de se sentir protagonista de uma história e, sobretudo, o orgulho de se sentir gerador de novas realidades; criador de novas criaturas: o atendimento impecável a um cliente exigente, a descoberta científica em um laboratório, a construção de uma nova melodia ou uma peça jurídica incontrovertível… Não fosse a estranha capacidade de afetar-se e sentir-se co-criador do universo, o homem veria a si mesmo como um escravo condenado a trabalhar por suas necessidades.
Segundo Rafael Aguayo, “uma pessoa comprometida com a Organização recolherá um prego caído no chão do estacionamento, mesmo que isso não seja responsabilidade sua”. As regras “puxam” ou “empurram” a partir de fora, forjando as pessoas com ordem e disciplina (e sim, isso é muito bom!), porém o afeto tem uma força imensuravelmente maior. Uma pessoa apaixonada move livremente todas as suas decisões na direção de seu afeto, de modo que pensamentos, desejos, razões e trabalho convergem para a realização das metas que são objeto de seu desejo. Assim, enquanto a coerção de poderes, esquemas e processos, remuneração estratégica e modelos organizacionais pretendem disciplinar e comprometer as pessoas, a identificação afetiva impulsiona o homem a partir de dentro, movendo-o por meio do próprio coração…
Não por acaso, os itens “clima de confiança”, “ambiente favorável ao desenvolvimento profissional” e “orgulho de pertencer” superam o item “remuneração” em praticamente todas as pesquisas sobre o que os profissionais mais valorizam nas Organizações… Portanto, profissionais que mais e melhor realizam a si mesmos, são profissionais em geral afetivamente mais maduros e conectados às Organizações onde atuam, identificados com seus Valores e possuídos por uma relação de orgulho e pertença valiosíssimos.
Então é possível, afinal, construir deliberadamente relações afetivas tão positivas e criar ambientes afetivamente tão estimulantes? Minha resposta é “sim”. Com toda certeza.
Aos doutores
Caio Marcelo Vaz de Almeida Jr,
Rodrigo de Assumpção Araújo Azevedo e
Sílvio Eduardo Marinelli.
Reganin MAGIS
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